No dia mundial do abacate, não poderíamos deixar de falar sobre um mercado com potencial e altamente importante para a Colômbia, visto desde a produção até seu potencial econômico.
No Dia Mundial do Abacate, celebramos mais do que uma fruta: reconhecemos uma revolução que está transformando o agro colombiano, dinamizando a economia rural, conquistando mercados internacionais e deixando uma marca em sustentabilidade. O abacate Hass se tornou a segunda fruta que mais gera receita para o país, atrás apenas da banana, e sua história é um exemplo do que acontece quando visão, território e compromisso se alinham.
Em 2024, as exportações de abacate Hass superaram US$310 milhões, crescendo 54% em valor em relação a 2023 e consolidando a Colômbia como o terceiro maior exportador global, atrás do México e do Peru (Analdex, Asohofrucol, Corpohass).
✔︎Até agora em 2025, a Colômbia exportou mais de 152 mil toneladas, com um crescimento de 10,2% em relação a 2024.
✔︎Antioquia lidera em volume, com 1,67 milhões de toneladas, mas o Vale do Cauca se destaca por seu crescimento anual de 7,8%, e Risaralda por sua conexão logística regional.
Os Estados Unidos, desde 2019, se tornaram o maior destino, com um aumento de 334% nas importações da Colômbia apenas nos primeiros cinco meses de 2025.
O que torna a oferta colombiana verdadeiramente única é sua capacidade de produção constante durante todo o ano. Com mais de 55.000 hectares plantados e 250 municípios produtores em 17 departamentos, o país aproveita sua diversidade climática e de pisos térmicos para manter uma oferta estável e fresca.
Agora, temos um grande desafio que se concentra em conquistar novos destinos, como os países asiáticos e árabes, o que implica desafios logísticos que vão desde as grandes distâncias e o tempo necessário para o envio a esses países, assim como a qualidade deficitária das vias terciárias de nosso país, que na sua maioria são vias complexas exigindo uma melhoria na infraestrutura viária.

Como estratégias de participação cada vez mais ativa, as atenções estão voltadas para o Porto Antioquia no Urabá Antioqueño, considerando o potencial de produção que a região antioqueña possui, o que permitirá não apenas a redução nos tempos de saída, mas também implicará na diminuição de custos para as exportações na cadeia logística; outra forma de participação no mercado se torna o desenvolvimento de subprodutos derivados, como o óleo de abacate, que também surge como uma alternativa rentável para aproveitar frutas não exportáveis, com mercados nos EUA, Europa e Ásia.
A Colômbia está escrevendo uma história poderosa com o abacate Hass. Uma história que mistura ciência, sustentabilidade, agroindústria, desenvolvimento rural e tecnologia. Uma história na qual cada árvore, cada produtor e cada fruto conta.
Na Tecde, acreditamos que o futuro do abacate colombiano está no uso inteligente dos dados, na automação de campo e na visão artificial.
Por isso, criamos o Harvis, uma ferramenta que permite:
✔︎Capturar informações da cultura por meio de vídeo via WhatsApp.
✔︎Contar frutos, estimar produtividade e detectar pragas.
✔︎Gerar rastreabilidade digital para certificações, exportação e controle interno.
✔︎Auxiliar produtores em decisões críticas, como o ponto de colheita ou a previsão de qualidade.
O Harvis já foi implementado em áreas produtoras de abacate e outros cultivos, como café, cana e cítricos, demonstrando que a tecnologia pode ser acessível, útil e rentável para o agro colombiano.
📬 Você está interessado no futuro do abacate e na digitalização do campo?
Inscreva-se em nosso boletim informativo, conte-nos sobre quais temas você gostaria que aprofundássemos e vamos criar uma comunidade forte que sonha com a transformação do agro colombiano.

